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3 As Trevas de Sethanon

«Os ventos do mal sopram sobre Midkemia. Legiões negras ergueram--se para esmagar O Reino das Ilhas, e escravizá-lo sob o poder de terríveis magias. A batalha final entre a Ordem e o Caos está prestes a começar nas ruínas de uma cidade chamada Sethanon.
Agora Pug, o mestre conhecido por Milamber, terá à sua frente a incrível e perigosa demanda de viajar até ao amanhecer do tempo e lidar com um antigo e temível inimigo. Apenas dele dependerá o destino de mil mundos.
Enquanto o Príncipe Arutha e os seus companheiros reúnem as suas hostes para a batalha final contra um ancestral e misterioso demónio, o temido necromante Macros, o Negro, libertou mais uma vez a sua magia negra. O destino dos dois mundos será decidido numa luta titânica sob as muralhas de Sethanon, quando são restaurados os laços entre Kelewan e Midkemia.»


Editora: Saída de Emergência
Cotação: 
Título Original: A Darkness at Sethanon


A Minha Opinião...

Finalmente…a conclusão da Saga O Mago…
A imaginação de Raymond E. Feist é, de facto, algo a aplaudir pelos mundos imaginários que criou, as personagens fantásticas que nos apresentou e também graças à inserção constante de novos conceitos e novas personagens alternando, a cada capítulo, entre conjuntos de personagens nas suas contendas. Contudo, creio que este livro padece do mesmo mal que os três volumes anteriores desta saga: não tem capacidade para absorver o leitor.
Novamente, não senti qualquer ligação com o livro. As representações do descrito não me afluíam à mente, fui forçada a criá-las de forma consciente a maior parte do tempo, o que tornou a leitura bastante cansativa.
Não desenvolvi, mesmo ao fim dos quatro volumes e de acompanhar algumas personagens desde a sua infância, uma verdadeira afeição pelas personagens…nada além de uma ligeira empatia por um ou outro dos protagonistas. Neste volume, todas as personagens parecem deixar para trás as suas histórias pessoais para se prepararem para o conflito final contra Murmandamus. Na maior parte do tempo não temos nenhuma referência quanto aos pensamentos, sentimentos e receios destas personagens, daí que ache este livro muito "cru".
Mais uma vez, Os diálogos são demasiado básicos e manifestos, nada é deixado para subentender… No geral, o livro é demasiado óbvio, sem surpresas, e demasiado focado nas batalhas (passadas e presentes).
Não penso que o autor tenha conseguido transmitir a emoção/agitação que é característica deste tipo de livro, chegando muitas vezes a ser entediante. Apesar disso, penso que o fim se traduz numa boa conclusão para a saga…ou isso, ou estou simplesmente feliz por ter acabado…!



Livros de Raymond E. Feist:
O Príncipe Herdeiro

3 comentários:

  1. Se você não se sentiu ligada o livro deve ser por falta da sua imaginação.
    E o autor consegue sim mprender o leitor do início ao fim.

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    1. Se calhar somos todos diferentes não? Pare de dar a sua opinião como se fosse um facto, quando é apenas uma subjectividade.

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  2. Não me parece que tenha sido esse o motivo. Mas é o normal. Quando nos cruzamos com alguma pessoa que não gosta do mesmo que nós ou não o faz com a mesma intensidade preferimos colocar o "defeito" nessa pessoa do que tentar compreender os elementos que funcionaram para nós (e possivelmente porquê) mas não funcionaram para os outros.
    Para mim, esta série começa realmente a compensar o investimento a partir dos Filhos de Krondor.

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