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0 Roverandom | Opinião

While on holiday in 1925, four-year-old Michael Tolkien lost his beloved toy dog on the beach. To console him, his father J.R.R. Tolkien improvised a story about Rover, a real dog who is magically transformed into toy, and his quest to find the wizard who can return him to normal.

The adventures of Rover, or 'Roverandom' a he becomes known, include encounters with an ancient sand-sorcerer and a terrible dragon, by the king of wordplay, the story underwent a number of revisions and was originally considered for publication in January 1937, the same year as The Hobbit, was abandoned when the publishers asked instead for a sequel, which culminated inThe Lord of the Rings. Roverandom was finally published in 1998.

This edition is edited by Christina Scull and Wayne G. Hammond, whose introduction shows how the story is related to Tolkien's later works The Hobbit, The Silmarillion, and his Letters from Father Christmas. It includes all five illustrations by Tolkien himself.


Autor: J. R. R. Tolkien
Editor: Harper Collins
Género: Literatura Fantástica
Original: Roverandom




opinião
★★★★★ (5/5)

Embora mais curto e simples que os trabalhos que já tive oportunidade de ler de J. R. R. Tolkien, Roverandom é de uma criatividade igualmente genial.

Do infeliz encontro de um cão chamado Rover com um feiticeiro não muito simpático resulta que, por não usar as simples palavras "por favor", Rover acaba transformado num pequeníssimo cão de brincar. Assim, acabamos por partir com Rover numa maravilhosa aventura desde a superfície da Lua até às profundezas do mar!



Embora o fantástico não seja o meu género literário de eleição, Tolkien é tão "convincente" que quando começo um dos seus livros tenho sempre a sensação que estou na presença efectiva de uma pessoa sábia e experiente, conhecedora dos mistérios do mundo, que me vai contar uma história espectacular. Este "poder" do narrador funciona como um íman para mim já que gosto muito de uma boa história, mas adoro quem a sabe realmente contar.

Desde a riqueza dos cenários, passando pela cómica excentricidade das personagens, até às mais maravilhosas, embora improváveis, justificações para as idiossincrasias deste "seu" mundo, tudo neste livro se reúne para nos encantar.


Não considero Roverandom exclusivo para crianças, embora consiga facilmente perceber que um livro destes, na minha infância, teria levado a minha imaginação a disparar em inúmeras direcções.

Adorei o livro e quando penso no que levou Tolkien a escrevê-lo [para entreter os filhos depois de um deles ter passado pela triste experiência de perder na praia o seu brinquedo preferido da altura, um cão] torna-se ainda mais precioso




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