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0 ~ O Fogo ~ de Katherine Neville


«Em 1988, O Oito, de Katherine Neville, revolucionou o panorama dos romances de intriga e redefiniu as normas universais do suspense. Vinte anos depois, O Fogo dá continuidade à história.
1822, Albânia: trinta anos após a Revolução Francesa, está iminente a guerra da independência grega. Ali Paxá, o mais poderoso governante do Império Otomano, encarrega a sua jovem filha Haidée de levar para fora do país uma peça crucial do tabuleiro de Xadrez de Montglane. Perseguida por inúmeros inimigos, Haidée viaja através de Marrocos, Roma e Grécia até ao centro do Jogo cujos segredos têm origem na cidade de Bagdade, mil anos antes.
2003, Colorado: Alexandra Solarin desloca-se ao refúgio ancestral da família, nas Montanhas Rochosas, para o aniversário da mãe. Há trinta anos, Cat Velis e Alexander Solarin, os seus pais, acreditavam ter espalhado as peças do Xadrez de Montglane por várias partes do mundo, enterrando-as e ocultando assim os segredos do poder que quem as possuísse deteria. Mas, ao chegar ao seu destino, Alexandra descobre que a mãe desapareceu e que uma série de pistas por ela estrategicamente deixadas só podem indicar que algo de muito sinistro foi posto em marcha. A peça mais importante do tabuleiro de xadrez de Carlos Magno reapareceu¿
Misturando um estilo requintado com uma narrativa absorvente em que o suspense nunca para, Katherine Neville consegue mais uma vez tecer uma cativante história de ação, intriga e mistério.»

Editor: Porto Editora (2010)
Páginas: 496
Título Original: The Fire (2008)
Cotação: 3!

A Minha Opinião
Vinte anos depois de «O Oito», Katherine Neville escreve a sua sequela. 
Embora no geral a história continue interessante, a qualidade deste livro é inferior à do anterior: menos divertido, menos acção, menos credibilidade, menos intensidade e mais lentidão no desenvolvimento dos acontecimentos. Naquilo em que «O Fogo» não é pior do que «O Oito»...também não é melhor. 
A pesquisa por detrás deste livro é muito boa e minuciosa, enriquecendo a história com uma complexidade bem estruturada. 
Nesta nova aventura não seguimos Cat Solis mas a sua filha que, lamentavelmente, não tem a garra que a mãe tinha e é muito menos perspicaz. Gostei, no entanto, de ler sobre a sua profissão. 
Achei esta leitura bem mais aborrecida que a do livro anterior, mas como li os dois volumes de seguida escusado será dizer que a partir de meio do segundo livro já estava mais do que farta (!) de xadrez. 
O fim...depois de um lapso de vinte anos, que se traduziu numa ESPERA DE VINTE ANOS...foi uma desilusão! Demasiado forçado e muito pobre. 

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